Tatiana é e sempre será um exemplo para mim, era maravilhosa e digna da admiração de todos. Quem me dera ter podido morrer em seu lugar. Daria minha vida por ti, sem pensar 2 vezes. Uma filha e irmã maravilhosa que viveu sempre empenhada pelo bem-estar de suaa família e nunca motivada pelos seus próprios interesses.
O Supremo Tribunal da Rússia acaba de conceder a plena reabilitação do último Czar
Nicolau II, e sua família, considerados a partir de agora como vítimas de repressão política
bolchevique. A decisão do Supremo Tribunal anula todas as outras anteriores,
que negavam a reabilitação da família imperial.
Nicolau II fez parte da dinastia dos Romanov, que reinou de 1613 a 1917 na Rússia.
Foi com a Revolução Russa que o czar caiu e, em 17 de julho de 1918, foi fuzilado,
junto com seus familiares, por um pelotão bolchevique, no porão da casa Ipatiev, em
Yekaterimburgo. Essa morte está rodeada de mistério, mas de acordo com a versão oficial,
baseada nos arquivos secretos da KGB, em seguida os corpos foram levados para uma
mina abandonada. Alguns foram queimados, Anastásia e Alexei, mas a maioria foram
imersos em ácido sulfúrico e depois enterrados numa fossa.
A reabilitação dos Romanov vem sendo feita aos poucos. Sob Bóris Iéltsin, os corpos foram
sepultados, com direito a cerimónia na catedral de São Petersburgo.
Para o então presidente da Rússia, a execução dos Romanov deveria ser vista como ato fundador
de um século sangrento,
o início de um período de terror.
No ano 2000 a Igreja Ortodoxa canonizou os Romanov, como mártires.
Agora veio a decisão oficial, que está sendo vista como mais um sinal da reinterpretação
da própria história que a Rússia vem fazendo desde o fim da era soviética.
Recentemente, Nicolau II foi eleito o personagem russo mais ilustre em um concurso da televisão
pública Rossia, com 400 mil votos à frente de Stálin.
Canonização dos Romanov.
Residencia Oficial do Czar e sua família, Tsarkoye Selo.
O Czar Nicolau II, não estava preparado para assumir suas funções quando seu pai Alexandre III morreu.
Para entender-mos os antecedentes precisamos recuar ao século XVIII quando alguns territórios foram adquiridos pela Rússia durante 1791-1835, nesses territórios havia grandes populações judaicas.
Foi-lhes permitido continuarem a viverem lá, mas tudo indica que eles não aceitaram o Governo Russo e reagiram.
Os judeus nunca quiseram aceitar a proposta de se integrarem ao povo russo recusando o ESTATUTO DOS JUDEUS por Alexandre I bem como a oferta de Terras no sul da Rússia. O Decreto dos Cantões por Nicolau I, não teve efeito nos judeus. Após o assassinato do Czar Alexandre II, pelos terroristas « A VONTADE DO POVO» entre eles muitos judeus que se haviam beneficiado das Leis do Czar Alexandre II, tornou-se claro que os judeus não queriam apenas mais liberdade, mas sim o Poder.
Alexandre III e depois seu filho Nicolau II juraram não seguirem a política do pai e do avô.
Houve pogrom a partir de Alexandre III e também no Reinado de Nicolau II ainda que os Czares Alexandre III e seu filho Nicolau II nunca tivesse ordenado estes.
O 1.º Pogrom acontece entre 1881-84 conduzida por camponeses, operários e população urbana.
O 2.º Pogrom dá-se entre 1903-1906, durante a crise revolucionária em que foram descobertos
Os Protocolos dos Sábios de Sião é um texto que descreve um alegado projeto de conspiração por parte dos judeus e maçons
de modo a atingirem o "domínio mundial através da destruição do mundo
Ocidental". O texto foi traduzido do original para vários idiomas. Redigida por uma pessoa num Congresso realizado a portas fechadas, numa assembleia em Basileia, no ano de 1898, onde um grupo de sábios judeus e maçons se reuniram para estruturar um esquema de dominação mundial.
Nesse evento, teriam sido formulados planos como os de usar uma nação europeia como exemplo para as demais que ousassem se interpor no caminho dessa dominação, controlar o ouro e as pedras preciosas, criar uma moeda amplamente aceita que estivesse sob seu controle, confundir os "não-escolhidos" com números
econômicos e físicos e, principalmente, criar caos e pânico tamanhos
que fossem capazes de fazer com que os países criassem uma organização
supranacional capaz de interferir em países rebeldes.
A partir de uma tentativa de golpe falhada em 1905 , após o triste episódio que ficou conhecido como Domingo Sangrento o qual o Czar não teve culpa alguma no fuzilamento de pessoas em uma Marcha pacífica chefiada por Gapon até o Palácio de Inverno, foi dada ordem de disparar contra o povo por Ministros irresponsáveis e por Sergei Alexandrovitch, grão-duque, que ordenou à guarda do czar que não permitisse que o povo se aproximasse do palácio e que dispersasse a manifestação. Entretanto a massa não recuou. A guarda, então, disparou contra a multidão. Este Grão-Duque e Ministros deveriam ser demitidos e o Grão-Duque perder seu título por esta atitude e por terem mais tarde terem transferido falsas informações ao Czar como este escreveu em seu diário:
Em Tsarskoye Selo, Nicolau ficou espantado quando soube o que tinha acontecido. Ele escreveu em seu diário: "Um dia doloroso. Ocorreram desordens graves em Petersburgo quando os trabalhadores tentaram aproximar-se do Palácio de Inverno. As tropas foram obrigadas a abrir fogo em vários pontos da cidade e houve muitos mortos e feridos. Senhor, como tudo isto é triste e doloroso!"
Obviamente nem tudo que a petição trazia pelas mãos de Gapon seriam aceitáveis tais como reforma agrária, fim da censura , a presença de representantes do povo no governo.
A seguir iniciou-se uma Revolta por toda a Rússia chegando mesmo a serem praticadas atrocidades . As atividades variaram desde ocupações de terra, algumas vezes seguidas de violência e incêndio, pilhagem das grandes propriedades e caça e desmatamento em áreas proibidas. Na região de Samara os camponeses criaram sua própria república, que foi sufocada por tropas do governo. O nível de animosidade de cada região era diretamente proporcional às condições dos camponeses. Os com-terra de Livland e Kurland atacaram e queimaram, enquanto outros, que viviam nos distúrbios de Grodno, Kovno e Minsk, com melhores condições de vida, foram menos violentos. No total, 3 228 distúrbios necessitaram de intervenção militar para restaurar a ordem, e os proprietários sofreram prejuízos de aproximadamente 29 milhões de rublos.
Reformas teriam que ser feitas óbviamente, mas o Czar enganou-se quando aceitou a criação da Duma e desta resultaram os sovietes.Nisso ganharam espaço na Rússia os partidos Mencheviquee Bolchevique, sendo que o primeiro era mais moderado e defendia reformas graduais com o apoio da burguesia enquanto o segundo, mais radical, defendia a ação revolucionária. A iniciativa do czar acalmou os moderados, porém os socialistas continuaram insatisfeitos e organizando greves.
A grande maioria dos bolcheviques eram judeus, financiados por sionistas estrangeiros. Esta é uma das provas que os sionistas através dos judeus eram a principal força por trás do comunismo russo. Eles aproveitaram a situação caótica que a Rússia estava vivendo durante a 1ª Guerra Mundial, encontraram um terreno fertil para disseminar suas idéias torpes de comunismo que postas mais tarde em prática vieram a se revelar terrivelmente pior que a 1ª Guerra Mundial.
Nicolau não queria nem abandonar a Sérvia ao ultimato da Áustria-Hungria, nem provocar uma guerra geral. Em uma série de cartas trocadas com o kaiser Guilherme II (a chamada correspondência Willy-Nicky), tentou propondo o fim das hostilidades contra a Sérvia.
Em 28 de Julho, a Áustria formalmente declarou guerra à Sérvia, levando a
Rússia e a Alemanha a entrarem na guerra, como protetorados, e a França
e a Grã-Bretanha como aliados russos.
Na Rússia começaram a haver motins e revoltas em grande parte incentivados pelos judeus, pela crise que se gerou.
A Czarina e as filhas, em especial Tatiana fizeram
tudo que podiam para minorar o sofrimento da guerra e a Czarina
tentou que negociações de paz entre Rússia e Alemanha fossem
concluídas mas sem êxito. Se sua primeira preocupação tivesse sido a manutenção do poder, ele
teria firmado a paz com a Alemanha - como Lênin, um ano depois - e
lançado as tropas contra os amotinados em Petrogrado e Moscou. Uma decisão trágica que tiraram partido os comunistas. O Poder nunca significou para o Czar o mesmo que a Glória da Rússia Vitoriosa, ASSIM COMO A LEALDADE COM A SÉRVIA. A TAL PONTO QUE QUANDO JÁ ERA PRISIONEIRO FICOU MUITO ENTRISTECIDO COM O :
Tratado de Brest-Litovski
O QUAL ELE CONSIDEROU UMA HUMILHAÇÃO PARA A RÚSSIA, MESMO PRIVADO DO PODER CONTINUAVA AMANDO SEU PAÍS. COM CERTEZA SE O CZAR ESTIVESSE NO PODER NO FIM DA 1ª GUERRA. O Tratado de Versalhes teria sido muito mais humano para os alemães.
RESUMINDO:
A imagem do Czar que era uma uma pessoa decente, generosa, humana e homem honrado foi deturpada pelos sionistas que controlam a mídia mundial.
Seria impossivel aos judeus russos que eram uma minoria na Rússia terem conquistado o Poder Absoluto na Rússia, sem a ajuda de Poderosos Sionistas Mundiais.
Os líderes russos anteriores, czares, seguraram bem a subversão mundial judaica. Infelizmente Nicolau II não se empenhou em mante-los vigilantes restringindo eles em todas as áreas. Não teve a visão política necessária para prever o perigo interno que a Rússia corria.
Tanto o comunismo como o capitalismo são fruto do sionismo.
Embora possa ter sido compreensível, e talvez mesmo defensável, a
hostilidade judaica em direção ao regime imperial, a notória direção
judaica no mais vastamente despótico regime soviético é menos fácil de
se justificar. Sonya Margolina aponta, por exemplo, a proeminente participação dos judeus como comandantes dos campos de concentração e trabalho, Gulag
soviéticos, e a participação dos comunistas judeus na destruição
sistemática das igrejas russas. Ela continua, “Os judeus do
mundo inteiro apoiaram o poder soviético, e permaneceram em silêncio em
face de qualquer criticismo da oposição”.
Na virada do século os judeus perfaziam 4,2 por cento da população do império russo. Richard Pipes, The Russian Revolution (New York: 1990)
Em 1919, três quartos da equipe da Cheka em Kiev eram de
judeus, que foram cuidadoso s em poupar companheiros judeus. Por fim, a
Cheka pegou poucos refens judeus. R. Pipes, The Russian Revolution
(1990), p. 824.;
O historiador isrealita Louis Rapoport também confirma
a dominante participação feita pelos judeus na polícia secreta
soviética através dos anos de 1920 e 1930. L. Rapoport, Stalin’s War Against the Jews (New York: 1990), pp. 30-31, 43-45, 49-50.
Ainda que concordando que a entrada da Rússia na 1ª Guerra e amizade da Família Real com Rasputin possivelmente teriam causado a deposição de Nicolau II como Czar, abriria espaço para uma República, entretanto o comunismo nunca teria tomado conta da Rússia se não fosse através dos sionistas, que através da monstruosa Revolução de Outubro ( ocorrida em 1917) dominaram impiedosamente a Rússia decretando a execução da Família Real e o Terror que em 70 matou mais de 20 milhões de pessoas, algo nem de longe se compara á execuções de revolucionários nos 300 anos de Dinastia Romanov:
De acordo com algumas fontes, rei sérvio Pedro I queria Tatiana como uma noiva para seu filho mais novo, o príncipe Alexander . Em janeiro de 1914, o primeiro-ministro sérvio Nikola Pašić entregou uma carta ao czar Nicolau em que o rei Peter expressou o desejo de seu filho se casar com uma das grã-duquesas. [53][54]
Nicholas respondeu que ele iria permitir que suas filhas para decidir
com quem se casar, mas ele percebeu que o príncipe sérvio Alexander
muitas vezes contemplava Tatiana durante um jantar em família.
Negociações casamento terminou devido à eclosão da Primeira Guerra
Mundial Tatiana trocou cartas com Alexander durante a Primeira Guerra
Mundial e Alexander estava perturbado quando soube de sua morte.
Caligrafia dos Czares , de Tatiana, das irmãs e do Czarevich.
Ovo Fabergé dedicado aos 5 filhos de Nicolau II.
Tricentenário da Dinastia Romanov, Tatiana tinha 16 anos:
"Pedro, o Grande é
uma jóia produzida em 1903 sob a supervisão do joalheiro russo Peter
Carl Fabergé para o czar Nicolau II, que a deu de presente à sua esposa,
Alexandra Feodorovna. Feito em estilo rococó, o ovo comemora duzentos
anos da fundação de São Petersburgo (1703).
O ovo contém
inscrições em superfícies esmaltadas e é feito de ouro com curvas em
relevo preenchidas por rubis e diamantes. Quando aberto, um mecanismo
eleva uma miniatura de ouro do monumento a Pedro, o Grande, apoiado por
uma pedra de safira."
Tatiana tinha 6 anos quando no bicentenário de São Petersburgo.
Livro lançado recentemente sobre Tatiana e as irmãs:
Em 17 de julho de 1918, quatro jovens mulheres desceu vinte e três etapas para o porão de uma casa em Ekaterinburg. O mais velho tinha vinte e dois anos, o mais jovem apenas dezessete anos. Junto com seus pais e seus treze anos de idade, irmão, todos eles foram brutalmente assassinados. Seu crime: ser as filhas do czar e da czarina de todas as Rússias.
Muito tem sido escrito sobre Nicolau II, sua esposa Alexandra e seu trágico destino, já que tem sobre as Revoluções de 1917 russo, mas pouca atenção tem sido dada para as princesas Romanov, que - talvez inevitavelmente - foram vistos como jogadores menores no drama. Em Quatro Irmãs , no entanto, o aclamado biógrafo Helen Rappaport os coloca no centro do palco e oferece aos leitores a a vida das Grãs-Duquesas Olga, Tatiana, Maria e Anastasia. Baseando-se em suas próprias cartas e diários e outras fontes primárias até então não examinadas, ela pinta um retrato vívido de suas vidas nos últimos dias da dinastia Romanov. Vemos, quase pela primeira vez, a viagem de uma infância de enorme privilégio, durante o qual eles levavam uma vida muito protegida e em grande medida simples, para Moças - suas primeiras paixões românticas, suas esperanças e sonhos, a dificuldade de lidar com uma mãe, que era um inválido crônico e um irmão hemofílico, e, mais tarde, o trauma da revolução e suas terríveis conseqüências.
Convincente legível, meticulosamente pesquisado e profundamente comovente, Quatro Irmãs dá a estes jovens uma voz, e permite a sua história a ressoar para os leitores quase um século após a sua
morte.
Esta Igreja está construída no local do massacre da Família Real sobre o lugar em que esteve a Casa Ipatiev até 1977 quando foi demolida por Boris Yeltsin Foi construída entre 2000 e 2003 sendo possivel somente porque a terrorifica União Soviética foi dissolvida em 1991.
A Igreja do Sangue Derramado em Honra a Todos os Santos Resplandecente na Terra Russa, em Ekaterinburgo.
Onde a Família Real está sepultada é na Catedral de São Pedro e São Paulo em São Petersburgo que fica na Fortaleza de São Pedro e São Paulo. A cidadela abriga a Catedral, um museu, uma antiga prisão, um cais e outros prédios administrativos.
Ela é a origem da cidade, e o seu nome deriva dos santos padroeiros de
São Petersburgo. Situada na pequena ilha de Zaichy Ostrov, esta
cidadela abriga uma catedral, museu, uma antiga prisão, um cais e outros
prédios administrativos.
Ela é a origem da cidade, e o seu nome deriva dos santos padroeiros de
São Petersburgo. Situada na pequena ilha de Zaichy Ostrov,staidadela abriga uma catedral, museu, uma antiga prisão, um cais e outros
prédios administrativos.
Abaixo um vídeo gravado das irmãs na infancia e em ocasiões especiais na idade adulta:
Tatiana, amava muito toda a sua família, mas sobretudo sua mãe e sua irmã Olga.
Desde seu nascimento Tatiana , assim como suas irmãs foram criadas com muita simplicidade e austeridade demasiada por parte da mãe que até mesmo proibiu que os criados do Palácio as tratassem por Título de Alteza.
Embora a Czarina tivesse boa intenção pois visava fazer delas damas cristãs, foi longe demais a tal ponto que as meninas não se sentiam Grã-Duquesas e nunca estariam aptas para se casarem com um Herdeiro pois que não se viam como Princesas.
Somente Tatiana tinha noção de sua posição em seus Deveres Oficiais na idade adulta.
Em criança era um pouco indisciplinada e barulhenta.
Entretanto na mesa era a mais educada com os adultos, e provou ser uma organizadora nata, com uma
mente metódica e um espírito prático ausentes em suas irmãs.
Não é de admirar que estas a chamassem mais tarde de “a governanta”.
Mesmo em criança , em Tatiana já se reconhecia mesmo usando roupas simples o porte de uma Princesa Real.
Tal como as irmãs era animada ao extremo.
Porém nunca travessa como Anástacia.
Não apreciava estudar, preferia afazeres domésticos.
Nenhuma das irmãs bordava tão bem como Tatiana.
Sua infância foi marcada por alguma solidão pois já antes de
seu nascimento a Rússia havia se convertido em um País de
terroristas, instigados por judeus e comunistas e infelizmente
Tatiana e toda sua família viviam isolados por decisão da mãe
que temia pela vida deles, com excepção das viagens que
faziam á Crimeia e a Finlândia nas férias, demais parte do
tempo passavam encerrados no Palácio.
Esse ambiente aterrador e a angústia de perder Alex deixou a Czarina terminantemente doente depressiva e em pavor constante.
Só o Czar poderia fazer algo:
Abdicar pelo bem-estar de sua esposa e segurança dos filhos
ou enfrentar o desafio de se apresentar ao povo ( mesmo com risco de vida de sofrer um atentado) e convocar o povo para ouvi-los e aparecer regularmente ao povo.
Realmente, eles só se sentiam felizes vivendo na Criméia, onde o Czar fez algumas mudanças no antigo Palácio de Veraneio dos Czares, tornando-se o Palácio favorito da família,
Palácio de Livadia:
Na Criméia era onde eles sentiam paz e conviviam despreocupadamente com o povo.
Quando tinha 9 anos Tatiana fez sua primeira viagem a bordo do Iate imperial o
Shtandart, vindo daí a desenvolver amizade assim como suas irmãs com Oficiais o que de certa forma seria prejudicial mais tarde pois levantou- se boatos contra elas e realmente as meninas precisavam mais de criadas ( já que a Czarina nunca autorizou nenhuma delas a ter uma Dama de Companhia e infelizmente pensou que estavam mais seguras com Oficiais do que com meninas da realeza) do que rapazes que despertassem paixões impossíveis como mais tarde a mãe verificou em especial com Olga e Maria.
E Tatiana tinha também um sentimento especial por Nikolai Rodiónov e Malama, não se tendo a certeza qual dos dois era realmente o seu amado.
Nunca a Czarina deveria ter as privado de contacto com meninas e rapazes de sua posição social, pois isso fez com que as Grã-Duquesas perdessem a noção do Mundo a sua volta e ficaram vulneráveis e inocentes ao extremo.
Claro que era normal a Família Real tirar férias, mas o problema era a proximidade com os Oficiais.
Ainda que romances inocentes, deram origem a boatos infundados por jogarem tênis, dançarem, tocarem piano e passearem com um Oficial que lhes agrada-se, ainda que tomassem o cuidado que fossem vigiadas por uma dama. E também com Rasputin, este a Czarina o via como homem santo infelizmente devido ao seu Poder de auto-sugestão com Alex, quando este se magoava e ficava em perigo de vida, mas o Czar percebeu a tempo a intimidade deste com as meninas e deixou ordem expressa que o mesmo não podia se despedir das meninas entrando no quarto delas.
O que se conclui é que desde que descobriu a doença do filho, a Czarina ficou abalada mentalmente, daí podemos ser compreensivos com uma pobre mulher constantemente doente e também debilitada mentalmente.
Tatiana a bordo do Standart em sua primeira viagem em 1907.
Tatiana tal como suas irmãs era criança quando Rasputin passou a fazer parte de suas vidas, tendo cerca de 10 anos.
Para todas elas era difícil o estado de saúde da mãe, e em especial para Tatiana foi particularmente difícil:
“Espero que você não vai estar
hoje muito cansada”, escreveu ela em 17 de janeiro de 1909,
e que você possa levantar para jantar. Eu sempre fico muito triste quando
você está cansada e quando não pode levantar. [...] Talvez eu tenha muitas
culpas mas por favor me perdoa [...]. Eu tento escutar o que Maria [Maria
Vichniakova] diz o máximo que eu posso [...]. Dorme bem e eu espero que
você não vai ficar cansada. Sua filha carinhosa Tatiana.
Vou rezar para você na igreja.
Tatiana nunca foi simples como a mãe a qual só usava roupa cara, em dias de solenidade, a mãe até mesmo andava descalça nos dias de verão e apreciava a reclusão , é verdade que foi uma excelente mãe e esposa ( entre as Czarinas que a Rússia teve foi a única que amamentou todos os filhos ) e ainda que se dedicasse a obras filantrópicas não se sentia bem em aparições na Corte , Solenidades ou Eventos sociais.
Em 1910, ela recebe o grau de coronel honorário da lancers 8 (Uhlan) Wosnecenski
algo que a deixou feliz ser nomeada Coronel-Chefe, visto ela e suas irmãs estarem habituadas á companhia dos Oficiais.
Outro erro da Czarina, pois assim as meninas ficaram ainda mais próximas dos Oficias.
Em 5 de agosto de 1913. Tatiana (16 anos) e Olga ( 18) acompañana seu pai no desfile em Peterhof. uniforme de Tatiana não é de seu Regimento, um ano antes da Primeira Guerra:
Mas herdou da mãe sua beleza , seu temperamento
introvertido com estranhos , e seu desejo natural de socorrer os necessitados, porém mais equilibrada e sociável.
Pois a Czarina sempre que estava na Criméia gostava de visitar os sanatórios de tuberculose que patrocinara, dois deles mandou construir as custas de sua fortuna pessoal.
Havia também inaugurado o sanatório Alexandre III.
Uma virtude da Czarina era o cuidado com os enfermos.
E incutiu essa virtude em suas filhas.
No dia da flor branca que era um evento de caridade para a Liga anti-tuberculose que a Czarina instituiu na Rússia.
As Grãs-Duquesas e o Herdeiro caminhavam pelas ruas recebendo doações em troca de uma flor.
Tatiana a primeira da esquerda ao lado de Maria.
Sentados: Anastácia, Alex e Olga.
Também participava com esmero no grande Bazar da Caridade que a Czarina conseguiu organizar durante 1911 e 1914 , quando as quatro irmãs tricotavam, bordavam, costuravam ( essas tarefas eram as preferidas de Tatiana) e também desenhavam e pintavam e o dinheiro da venda era doado para o sanatório.
Quando atingiu a adolescência Tatiana apreciava a moda e nas primeiras impressões era reservada ainda
que teria sido uma Rainha mais cativante que a mãe pois amava quando
saiam de seu recolhimento familiar, algo que para a mãe era
o principal, a Czarina só se sentia bem na família e com um
pequeno círculo de amigos, ou então em contacto com o povo.
Mas ela tal como as irmãs não queria ser Rainha, queria casar na Rússia.
Era a filha preferida de sua mãe.
Durante sua infância e parte de sua adolescência dentre suas irmãs só conseguia amar Olga.
Achava Maria boba e desajeitada e Anástacia ainda que tivesse personalidade forte não se sentia ligada a ela.
Quanto ao irmão sentia adoração por ele assim como todas as irmãs.
Chegando aos 17 anos desenvolveu um espírito protetor em relação as mais novas.
Mas Olga permaneceu sempre especial para ela .
Também convencia as irmãs a obedecerem a mãe quando as ordens dela
não agradavam ás irmãs.
Desde a infância demonstrou equilíbrio, altruísmo e não gostava de discutir.
A familiar que ela e as irmãs se sentiam mais próximas era da tia Olga, por ser brincalhona e proporciona-lhes momentos alegres.
Não tinha uma personalidade forte como sua irmã Olga , Tatiana nunca
perdeu o controle, somente quando eram formais com ela então chateava-se.
Ela percebeu que era necessário assumir a função de responsável pelas irmãs mais novas e pelo irmão doente porque a mãe tinha fraca saúde devido ao sofrimento de ver várias vezes o filho as portas da morte, tinha coração fraco e isso refletiu-se nas pernas também tendo que por vezes ficar na cama ou em cadeira de rodas.
Pode se dizer que Tatiana era dotada para assumir a liderança pois era a mais calma das irmãs, pois que Maria ainda que doce mas quando se ofendia com algum comentário das irmãs reagia e Tatiana nunca discutiu com nenhuma das irmãs.
Era a mais reservada das irmãs isso devido ao seu temperamento, tímido mas assim que alguém conquistava sua confiança essas reservas desapareciam.
No seu círculo íntimo, era tão extrovertida como as irmãs.
Dentre todas as suas irmãs era a mais trabalhadeira, nunca ficou ociosa.
Desde criança arrumava o quarto dela e de Olga, pois Olga já tendia mais para a ociosidade.
Sentia falta assim como as irmãs de meninas da sua idade e nesse ponto a Czarina errou ao priva-las de companhia pois ficaram isoladas em « seu mundo» e inexperientes além de carentes de amigas.
Sendo verdade que era a mais vaidosa de suas irmãs.
Sendo considerada a beleza da família enquanto Olga era considerada a mais charmosa e sedutora nos seus modos.
Era de suas irmãs a que mais compreendia seu compromisso como Grã-Duquesa.
E isso ficou mais evidente em 1914 na Primeira Guerra pois , quando houve as comemorações do 300º da Dinastia Romanov, Olga ainda era a mais notada por ser a mais velha.
No 300º da Dinastia Romanov Tatiana ficou triste quando perdeu parte das comemorações do
300º da Dinastia Romanov, por ter contraído febre tifoide em 1913.
Tatiana e Olga procuraram dar ao pai todo apoio preciso na ausência da mãe.
.
A mãe contava com ela para tudo e foi o braço direito de
toda a família.
Alíais, para ela ser Grã-Duquesa, era questão só de dever, pois
privilégios da sua condição raramente os usufruiu.
Também evitava sempre se apresentar com o Título de Grã-Duquesa, preferindo
se apresentar como Tatiana Nikolaevna ou a segunda irmã Romanov.
Tatiana e Olga em foto oficial. Tatiana de perfil com sua irmã inseparavel, Olga.
Tatiana gostava de dançar e conhecer pessoas, mas a mãe restringia muito a vida social dela e das irmãs, não permitindo que elas desenvolvessem amizade mesmo com seus parentes Romanov e isso a entristecia mas aceitava as ordens maternas.
Nisso tenho que admitir que a Czarina errava, pois não podia esconder para sempre o ambiente algo libertino da nobreza, mas sim te-las orientado para se desviarem de alguns círculos pouco recomendáveis.
Raras foram as ocasiões sociais em que Tatiana e Olga tinham permissão para assistirem ópera e frequentarem Eventos Sociais, a alta sociedade de São Petersburgo quase as desconhecia.
A falta de experiência social teve como consequência que Tatiana e as irmãs fossem por demais inocentes, a tal ponto que só quando se tornou enfermeira percebeu como se utilizava o dinheiro.
Chegou a ter alguns flerts inocentes com alguns soldados que conheceu, mas nunca passaram disso.
Tal como suas irmãs, amava os bailes que a tia Olga organizava para elas antes da primeira guerra mundial.
E isso gerou boatos maliciosos, pois eram moças inocentes sem qualquer maldade para manterem a devida distância deles.
Tatiana aos 16 anos ainda era um pouco infantil, assim como Olga já com 18 anos.
Porém seu sentido de pudor era muito apurado. Chocou-se uma
vez com Olga por ela aceitar um retrato de uma escultura de
David nu.
Também no noivado de seu primo distante
Príncipe Ioann Konstantinovich chocou-se ao ver o casal
beijar-se em público. Tinha então 14 anos.
Como depois no cativeiro também chocou-se extremamente quando ouviu uma piada obscena de um soldado.
Não era ligada ás artes, ainda que dominava o inglês, sabia tocar piano e desenhava mas sem interesse.
Embora não fosse tão talentosa como Olga, esmerava-se em confecção de vestuário, bordados e crochê.
A mãe tinha ensinado todas elas em costura e bordados e sua melhor aluna foi
Tatiana que tinha um talento extraordinário para todos os tipos de trabalhos manuais.
Ela
não só fez belas blusas e outras peças de vestuário, bordados e
crochês, mas ela foi capaz em ocasiões de pentear o cabelo longo de
sua mãe, e para vesti-la, bem como uma empregada profissional.
Também tinha bom gosto para modas e criava penteados elegantes.
Adorava pentear a mãe.
Teria sido melhor para todas que passassem mais tempo com a avó, pois a tia Olga não tinha juízo suficiente para as orientar.
Tatiana era prática preferindo afazeres domésticos á leitura que era o passatempo preferido de Olga.
Tatiana ainda que teria adorado ter amizades fora do Palácio, não fez questão de estar informada sobre a opinião pública através de contactos secretos como fazia Olga, preferindo na época da Guerra estar informada sobre as necessidades do povo russo.
Tatiana em 1914. Ela e Olga eram as Princesas Reais mais cobiçadas pelas Casas Reais da Europa na época.
Quando eclodiu a 1ª Guerra se empenhou em
progredir espiritualmente, lendo a Bíblia , estudou teologia
para compreender o destino do homem na Terra decidindo se
aperfeiçoar concluindo sabiamente que:
O mal reina na Terra.
Na época da 1ª Guerra quando se tornou enfermeira e chefiou seu Comitê ( estava insegura pois não estava habituada com a Alta Sociedade ) e também não gostava de reuniões dando preferência á ação assim como detestava formalidades.
Tatiana conheceu um Oficial ferido pelo e se apegou: Malama e este tinha um grande amor por ela a tal ponto que mais tarde quando Malama soube de sua trágica execução, atirou-se a guerra civil disposto a matar quantos comunistas conseguisse vindo a morrer um ano depois de sua amada.
Ganhou de Malama um cãozinho que « batizou» de Ortino que morreria junto com ela no seu último dia de vida.
Dormia com o cãozinho ainda que aguenta-se os protestos de Olga que se queixava dos roncos do cão.
Conheceu outro militar que ela apelidou de Volódia Kiknadze, chegou a ser próxima dele devido a sua ingenuidade pois este era um mulherengo.
Em suas posteriores memórias, Anna Vírubova alegou que embora Tatiana, desde o início, demonstrasse “capacidade extraordinária” como enfermeira, “Olga, com dois meses [de treinamento] estava quase exausta e nervosa demais para continuar”.
Ficou claro que a pesada carga de trabalho
tinha um preço alto para ela, que era menos resistente, emocional e fisicamente,do que Tatiana.
Dentre as obrigações que assumiu a que lhe custava imenso eram chefiar Comités com excepção do: COMITÊ PARA REFUGIADOS
que criou para ajudar os refugiados da guerra russos.
Também ficou conhecido como: o Comitê Tatiana se provou um sucesso, em grande
parte graças ao conceituado perfil público de Tatiana como filha imperial e seu
envolvimento ativo com o trabalho de prover abrigos, cozinhas de sopão, lares
para mulheres grávidas carentes e orfanatos.
No aniversário de dezanove anos de Tatiana, ela havia assumido a função também de secretária do pai, pois Olga
estava em profunda depressão de amor por um soldado : Mítia.
O Czar telegrafara a Alexandra dando-lhe os parabéns:
“Deus abençoe a querida Tatiana e que permaneça para sempre a menina boa, afetuosa e paciente que é agora e um consolo em nossa velhice”.
Alexandra concordava; em setembro e mais uma
vez cheia de dores e sofrimentos, ela admitiu abertamente para o marido:
“Quero muito ficar boa rápido outra vez, tenho mais trabalho a fazer e está tudo sobre os ombros de Tatiana.
Tatiana foi das irmãs quem amadureceu mais com a experiência da guerra.
Tornou-se mais madura que Olga.
Ela não se deixou arrastar por seus sentimentos por Volodia como Olga por Mítia.
Na 1ª Guerra ia de princípio com a mãe e Olga aos Comitês, mais tarde tomou a iniciativa de representar a família pois sabia quanto a mãe detestava aparições públicas e Olga era indiferente a essas reuniões. Ela também detestava mas conseguiu cumprir o que se propôs.
Quanto aos Comitês da Cruz Vermelha e Audiencias Públicas durante a Primeira Guerra Mundial ela receava pois temia ignorar alguém importante: como confessou a Chebotareva:
nas suas próprias palavras:
"Estou terrivelmente envergonhada e assustada… não sei quem cumprimentar e quem não devo cumprimentar," disse-lhe Tatiana. Também presidiu audiências públicas no Palácio que também lhe custavam imenso, em uma ocasião levou Maria com ela provavelmente para a habituar, mas a jovem Maria era totalmente despreparada e correu mal esse dia:
02 de novembro de 1915, p.129.
"... Ontem eu estava na cidade. Eu tinha uma audiência no Palácio de Inverno, que foi extremamente aborrecido. Maria estava lá comigo. Como ela estava presente na audiência, pela primeira vez, Neidhardt decidiu se dirigir a ela com palavras de saudação. Todo mundo levantou-se e curvou-se para ela. Ela estava tão aterrorizada que quase desceu sob a mesa. "
Em outro desabafo no seu Diário:
06 de abril de 1915, p.79
"... Na quarta-feira vou ter uma sessão Commite que é tão sem graça
que me faz suar para pensar sobre isso. Eu odeio essas sessões. Agora
estamos sentados no quarto da mãe após o jantar. Maria e mãe estão
jogando" Colorito "e Olga passou a falar por telefone com o nosso
hospital.
Quanto ao seu cargo de enfermeira no Hospital, ela o desempenhava com amor e dedição por todos os soldados.
Tal como anteriormente desempenhou com amor seu cargo de Coronel-Chefe de Regimento.
Enfim: tudo que se resumisse no amor em ação e não em formalidades.
Olga nunca quis essa função formal pelo que coube a Tatiana assumi-la.
Ajudou refugiados e famintos durante a Guerra, mediante uma ordem
que criou e visitou o País inteiro.
Durante a guerra, destacou-se em relação á Olga pois fazia questão de lidar com o público,
ao passo que Olga era indiferente nesse ponto.
Olga e a mãe ( esta por ter a saúde debilitada ) não gostavam de fazer aparições públicas.
Tendo ainda presidido a alguns Comitês, logo deixaram essa tarefa para Tatiana.
Foi uma enfermeira exemplar, e os soldados que ela tratou nunca a esqueceram.
Tatiana com pacientes na 1ª Guerra.
Tinha bondade ainda que a primeira vista, seu porte altivo não demonstra-se.
As qualidades estavam equilibradas e ainda que sobrecarregada com sua família, nunca se desesperou.
Mesmo nesse tempo, nas suas horas livres como toda jovem gostava de se divertir, assistia filmes assim como suas irmãs e gostava de se entreter em conversas animadas, jogos de xadrez, danças, ouvir o fonógrafo.
Tal como suas irmãs e a mãe , Tatiana também foi caluniada em sua Honra, ela que sempre se preocupou muito em nunca desagradar sua mãe e ás vezes levava a extremos esse cuidado ficando sem dormir se considerasse que havia desagradado a mãe com alguma atitude ou palavra.
Tatiana proporcionava também paz a família . Nunca discutia com as irmãs, embora chamasse á atenção de Maria e principalmente de Anastácia por ser irreverente e travessa.
tinha grande respeito e amor por seus pais em especial por sua mãe. Já Olga era nervosa e ás vezes discutia com as irmãs mais novas e com a mãe.
Sempre empenhada em ajudar a família com os encargos da Guerra, no dia 15 de Agosto de 1915, Tatiana escreveu uma outra carta à mãe onde expressava o seu desejo de a ajudar a carregar os fardos trazidos pela guerra: "Simplesmente não consigo te dizer como estou triste por ti e por todos. Tenho tanta pena que não possa te ajudar ou ser útil. Em momentos assim, tenho pena de não ser um homem."
O que mais lhe custava no Hospital era ficar longe da mãe como lhe expressou em uma carta em 7 de agosto de 1915:
Mama querida minha, Por favor, indique Ania esta foto de [?] Eu fiz no Krasnoe durante a revisão.Tenho certeza que ela vai ficar muito contente que ela está aqui.Mama doce, estou tão terrivelmente triste.Eu vejo tão pouco você.Eu odeio ir longe por tanto tempo.Realmente, nós nunca vê-lo agora.Não importa se as irmãs ir mais cedo para a cama - Eu vou permanecer.Para mim, é melhor dormir menos e ver mais você, minha amada.Deus te abençoe, deary.1.000 beijos para você e Papa querido. Sua própria filha amorosa verdade, Tatiana
Quem Tatiana amou?
Não se sabe se chegou a ser um romance puro ou somente um flert, mas sempre mantendo sua dignidade e honra.
Malama chegou a ser próximo dela e tinha a simpatia da Czarina quando se conheceram na 1ª Guerra.
Ia constantemente visitar a Família Real desde que conheceu Tatiana.
Deu-lhe um cachorrinho.
Aquele infelizmente morreu e ele deu-lhe outro que seguiu com ela para o cativeiro e morreu com a familia.
A Czarina, ficou tão bem impressionada com Malama que comentou:
Daria um ótimo genro!
Porque os Principes Reais não são tão gentis?
O namoro ( se é que chegou a existir ) nunca chegou a ser oficializado porque a Família Real foi aprisionada do contrário seus pais teriam aprovado o casamento pois admiravam o jovem Oficial por sua coragem no campo de batalha e sua cortesia e simpatia.
Tatiana, era muito obediente aos seus pais, mas declarou que nunca aceitaria
um casamento imposto. Casamentos reais, estavam fora de questão para ela.
Tatiana, provavelmente estava dividida se amava Malama ou Vladimir Kikinadze conhecido como Volodia um Oficial de baixa patente que tudo indica era um mulherengo.
Dimitri Malama
Vladimir Kiknadze
É difícil saber se Tatiana se apaixonou por Malama ou Volodia, porém quem mais a amou foi Malama, este quando soube da sua execução alistou-se no Exército Branco para combater os comunistas vindo a morrer na batalha, um ano depois.
Anotações do Diário de Tatiana:
23.10.1915
Depois
sentei-me com Shakh-Bagov e brincámos. Depois joguei tênis de mesa
(têniszinho) com Volodia. Depois, com ele, Opochkovitch e Gubarev
jogámos (um jogo de cartas).
25.10
Bom dia, estávamos na Liturgia. Havia Volodia, Mitia e outros. Fiquei tão feliz por vê-los.
26.10
Depois
brinquei com Volodia, depois sentei-me com ele no corredor. A Mizia
também estava lá. Eles eram tão queridos. (†)) Jantamos juntos. Depois
falei com Mitia e Volodia por telefone. Encontrem a corda!
30.10.1915
Sab
com Volodia. Mitia foi há um tempo atrás. Então a Olga apareceu. V. Ela
é tão querida. (†') Depois do jantar falei com Volodia e um pouco com
Mitia.
16.11.
Eu
sentei-me com Volodia e Mitia. Então a Olga apareceu. 12 horas eu
toquei piano com Volodia. Sentados juntos. Foi muito agradável. (â€
cena) Depois do jantar falei com M.
Dê uma carta ao Pai 16.11
Faltam
três dias... Tomámos chá em Ania e 2 novos feridos foram convidados. Os
erivanets Shakh-Bagov e o seu strelok do 3.o Regimento Kiknadze e
também a grande Rita Hitrovo. Passamos um tempo muito agradável e
confortável.
18.11
Sábado com Volodia. Muito querido. Mitia estava com Olga ao nosso lado. (†â) Eu falei com V. esta noite.
19.11
Depois sentei-me com Volodia. A Mizia estava lá. (†odia) Eu falei com Volodia.
21.12
Sentei
um pouco com Volodia. A Irmã Grekova deu-me uma injeção. Então,
sentei-me com o querido Volodia e criámos um quebra-cabeças juntos. Tava
muito gostoso. (†liz) Conhecemos Volodia e sua irmã Lika (Elizabeth).
Fiquei muito feliz em conhecer.
23.12
Sentado
com Volodia. (... ) Volodia é terrivelmente doce. (†() Às 20:45 fomos
com a mamãe ao lazaretto. Estive com algumas pessoas. Com Mizia, Rita.
Foi bom, mas muito, muito triste sem o querido Volodia.
24.12
Depois
sentei-me com Volodia. (†al) Tão triste que não pude passar mais
tempo no Lazareto. (†)) Fomos à vigília. A Mizia estava lá. Jantei com
pai e mãe. Falei com a Mizia.
25.12
De
manhã fomos todos à igreja. Havia Mitia e Volodia. Fiquei muito feliz
por vê-los. (†la) Às 18h fomos ao lazaretto. Fizemos todos os nossos
presentes. Então todos nos sentamos... Sentei-me um pouco com a Mitia.
Depois com Volodia. Estava tão feliz como o inferno. Tivemos uma
conversa tão agradável.
Do Diário de Olga 28.12
querida Malygin, sua mãe e irmã partem para Eupatoria, Volodia também.
16.09.1916
Kiknadze chegou esta manhã cedo com uma lesão nas costas (espinho).
Infelizmente
os autores de "Irmãs da Misericórdia" não forneceram qualquer voz do
diário de Tatiana durante o curto período de tempo que Volodia esteve
lá. Encontramo-lo nos diários de Olga ou Maria. Aqui estão alguns
exemplos.
Do diário de Mary
30.09
Nós os quatro estávamos no lazaret das freiras. Eu fiz um quebra-cabeças com Volodia.
Do diário de Olga
18.10
Sentei-me com a Mitia na cama do Montenegrino e a Tatiana na cama do Pokrovsky com Volodia.
Diário de Tatiana
22.10.1916
Sentei-me
com Volodia no corredor. Depois brincámos com Volodia, Petrov e Tenente
Girs. (†¦) Então eu disse adeus a Volodia. Ele estava tão triste.
Deixa-nos com outros 8. Eles vão para a Crimeia.
Essa foi provavelmente a última vez que ele o viu.
Tatiana em 1915.
No final de 1915 fundou o Comitê para os Refugiados de Guerra . Este Comitê abrangia todos os refugiados da guerra incluindo os que fugiam para a Rússia, viajou com sua família por todo o sul da Rússia trazendo lotes de roupa para distribuir durante a viagem. Este Comitê ela presidiu com prazer. Dentre suas ocupações como Grã-Duquesa as que mais apreciava era: Enfermagem, Inspecionar soldados como Coronel-Chefe, Serviços litúrgicos.
Sua nobreza de caráter ultrapassava de longe a sua nobreza de nascimento.
Grã-duquesas Tatiana e Anastasia e o cão Ortino em cativeiro em Tsarskoe Selo, na Primavera de 1917.
Em Tsarkoe Selo, tal como sua família sentia falta do mar, pois sempre haviam passado férias a bordo do Standart, em férias na Criméia e na Finlândia.
Nesse tempo todos ainda tinham esperanças que seriam libertados e poderiam continuar a viver na Rússia.
Inclusive a Czarina e Tatiana queriam voltar a enfermagem, como se vê nesta declaração de Tatiana:
E em uma carta a uma amiga expressava sua saudade do mar e da criméia onde todos eles eram amados:
Mas ainda melhor quando você mergulha no bosque, onde é bem selvagem e você pode andar pelas pequenas trilhas e coisas assim [...]. Oh, com que inveja fiquei ao ler que você viu os encouraçados Alexander III e Prut
. A gente sente muita falta disso — nada de mar, nada de barcos! Ficamos acostumados a passar praticamente o verão inteiro na água, nos escolhos; na minha opinião, não há coisa melhor; foram os melhores e mais felizes tempos de todos — afinal, ficamos navegando por nove anos direto e mesmo antes, quando éramos bem pequenas; e agora é tão estranho ter ficado aqui por três anos sem a água, não existe outra sensação no verão para mim, já que a gente costumava só ficar em Tsárskoe Seló no inverno e às vezes na primavera, até ir para a Crimeia. No momento, as tílias estão completamente floridas e o cheiro é divino.
Em Tobolsk Tatiana e as irmãs passaram muito frio, devido a posição que estava o quarto das quatro e também privações em sentido material.
Mas todas se esforçavam em manter a paciencia e resignação mostrando até um humor não-verdadeiro.
Klávdia Bítner a mais recente integrante da comitiva, observou:
Tatiana a figura principal na Casa do Governador: “se a família tivesse perdido
Alexandra Feódorovna, nesse caso sua protetora teria sido Tatiana Nikoláevna”. Ela herdara a natureza da mãe. Tinha muitas características da mãe: força
de caráter, pendor para manter a vida em ordem e consciência do dever.
Ela se encarregava de organizar as coisas na casa. Observava Alexei
Nikoláevitch. Sempre caminhava com o imperador no pátio. Era a pessoa
mais próxima à imperatriz. Eram duas amigas [...]. Ela adorava administrar
a casa. Adorava fazer bordados e passar a ferro a roupa de cama e de mesa.
Nos últimos meses de cativeiro, guardava sua tristeza só para Si, não se abrindo a esse respeito com ninguém.
Não se entregou a solidão como Olga e assim manteve a esperança.
Tatiana era organizada e lidava bem com trabalho doméstico, algo que aborrecia Olga.
Maria em nada tinha alterado seu temperamento e sua alegria, havendo se tornado mais responsávelno cativeiro.
Anastácia continuava uma criança e entretanto era dada a piadas imorais, ( talvez tendo as ouvido dos soldados) e o mais incrivel era que embora permanecesse infantil estava por outro lado mais atirada para desenhos que infelizmente eram sujos.
Mas ao menos divertia a família, quando imitava os outros e em peças teatrais, era a que se saía melhor.
Ás vezes quando escrevia, Tatiana se permitia um pequeno desabafo:
“Tudo que estão fazendo com nosso pobre país é
tão doloroso e triste”, escreveu Tatiana para Rita Khitrovo, “mas resta uma
esperança — de que Deus não vai abandoná-lo e vai ensinar uma lição a esses
loucos”
Até Fevereiro de 1918 houve uma oportunidade para a Familia Real fugir porque os guardas em Tobolsk não eram em sua maioria hostis, mas infelizmente o Czar e a Czarina não queriam viver fora da Rússia. Esta atitude foi fatal. Por um lado amavam a Rússia e o povo acima de tudo, mesmo não sendo mais Imperadores e por outro lado receavam que a fuga se mal-dirigida e apanhados, resultaria em condenação á morte. Esse foi o erro deles, pensarem que poderiam viver em segurança na Rússia, que o cativeiro teria fim. Queriam ser resgatados somente do cativeiro e não da Rússia.
Não posso deixar de prestar a minha homenagem á Família Real da Rússia, á qual pertencia a maravilhosa
Tatiana.
Czar Nicolau II, homem íntegro, de bom-coração, inteligente, mas que deixava se influenciar, porque era brando demais e faltava-lhe energia.
amava o seu povo. E no cativeiro, só se preocupava com a libertação de sua família, mesmo que para isso ele fosse executado.
Czarina; Alexandra, mulher de personalidade forte mas que estava abalada emocionalmente pela doença de seu filho á quem amava acima de tudo.
Esse abalo tornou-a; incapaz de reconhecer o perigo de se associar com Rasputin.
Olga, era inteligentíssima , muito charmosa,;extrovertida e sincera até demais porque tinha um temperamento impetuoso
;Mas,não guardava ressentimentos.
ão queria casar fora da Rússia.
Tatiana, tudo o que disse sobre ela é pouco. Seria preciso um livro.
Maria, era muito bondosa, mas faltava-lhe a vivacidade de suas irmãs.
A princípio era insegura, e a mais ingénua das irmãs ,mas chegando á idade adulta, tornou-se confiante, superando todos os seus complexos.
Anastácia, era a mais alegre e descontraía a família, mas o seu comportamento um pouco irreverente preocupava sua mãe.
Alexei, uma criança sofredora porque era hemofílico oque na época o impossibilitava de levar uma vida normal. o seu sofrimento tornou-o sensivel ao sofrimento alheio.
A todos eles, o meu amor e profundo respeito.
Tombaram por causa do oportunista Rasputin, que «salvava » Alexei, mas tinha uma conduta repugnante fora e isso prejudicou a imagem da Família Real.
E os infames comunistas os massacraram, porque queriam o poder e são monstros sanguinários que no século XX, espalharam a sua ideologia maldita pelo Mundo.
Fotos de tempos felizes antes da Primeira Guerra, entre 1913 e princípios de 1914
Tatiana, sentada com suas irmãs.
Na outra foto, Tatiana está de pé com suas irmãs.
Tatiana e a mãe, em 1914 e 1912.
No cativeiro, ela mostrou mais do que nunca que estava a altura do apelido familiar de Governanta.
Era ela quem animava a mãe, percorrendo os corredores, levando-a na cadeira de
rodas, quando já estavam proibidas de sair.
Jogava muito com o irmão, que estava muito entediado e consolava a mãe.
Já sua adorada irmã Olga na última prisão deles, afastou de Tatiana porque não conseguia entender o facto da mesma tentar desenvolver um ambiente mais amistoso com os guardas.
No cativeiro sua família só conseguiu suporta-lo graças á Tatiana.
Era
ela quem mantinha a união na família sendo sempre
condescendente com os deslizes de suas irmãs mais novas que
se interessavam pelos soldados comunistas, enquanto que Olga
não suportava e zangava-se ficando por vezes sem falar com
elas, assim como a mãe também as chamava á atenção.
Como adorava a mãe fez questão que suas colegas enfermeiras, bem como amigas escrevessem para ela através da mãe:
Se alguém deseja escrever-nos então que escrevam diretamente á minha adorada.
Durante o cativeiro, anotou em seu diário:
Bênçãos de Deus e as suas palavras sobre nós:
Por que, vendo um cemitério ortodoxo, começamos a sentir aborrecido no coração?Porque a vida na terra é agitação, nunca lutado contra os desejos,Temos servido carne e ter cuidados para o conforto de marcha lenta, apesar e calúnia.E por que, de pé pelo Santuário de pessoas piedosas, que nos sentimos contentes?Porque a sua vida era sacrifício;como Cristo sofreu e depois de ter padecidoHouve PáscoaAssim, uma pessoa piedosa perdura apesar e perseguição...
~ Tatiana Romanova Nikolaievna
Tatiana era todos os dias enviada por seus pais para questionar os guardas sobre
quais seriam as regras do dia.
Também lia a Bíblia para a família todos os dias. A Fé foi o que a sustentou durante o
cativeiro dificil .
Tatiana, tinha esperanças que seriam libertados e tinha planos para sua vida depois
que fosse libertada.
No cativeiro quando convenceu sua mãe a acompanhar o pai em uma viagem em que a família não poderia seguir devido ao estado de saúde do Czarevch assumiu a responsabilidade de olhar pelo irmão e pelas irmãs, estando Olga muito deprimida e Anastácia ainda era infantil para seus 16 anos.
Claro que Tatiana sentiu a falta dos pais conforme ela expressou em uma de suas últimas cartas á uma amiga:
Sua amorosa Tatiana. Tatiana para Valentina Chebotaryova [trecho] Pode 1/14 1918
... Como você passar as férias da Páscoa? Eles foram tristes para nós,
pois estávamos sem pai e mãe. Você provavelmente já ouviu falar que
eles foram tirados de nós. Foi muito triste para nós separar deles. Você
tem certeza de entender. Maria foi com eles e nós ficamos com o meu
irmão, que está doente. Claro que nós não disse onde e com que
finalidade eles estavam sendo levados também não sabem nada. Quase uma
semana após a sua partida, soubemos que eles tinham chegado a
Ekaterinburg. Nós recebemos cartas deles. É uma grande alegria para nós.
Coração de mãe está sofrendo muito, como consequência da estrada
horrível para Tyumen eles tiveram que viajar mais de 200 verstas por
cavalos ao longo de uma estrada horrível. Eles passaram noites em
aldeias. Agora eles vivem em três quartos. Antes de suas janelas é uma
cerca enorme, por isso se vê apenas a parte superior de uma igreja.
Agora estamos esperando para sair em breve, assim que o irmão se
recupera totalmente ....
Maria acompanhou os pais, se oferecendo para ir com eles.
Tatiana orientou as irmãs e uma criada á cozerem as jóias da família dentro do forro dos espartilhos.
Ela tal como as irmãs também havia chorado na véspera e na partida dos pais, mas manteve sua determinação de cuidar de Alex e esconder as jóias da família.
Por vezes sentia-se que estava tensa mas ela não se abria a não ser para os pais.
O período mais dificil do cativeiro começou á bordo do Rus quando sofreram uma tentativa de violação pelos guardas sendo obrigadas a dormir de porta aberta.
Ultrapassou tudo e no desembarque pediu a Nagorny que fosse á sua frente com o Czarevch, assim como também suas irmãs indo ela na retaguarda assim não deixando ninguém para trás arrastando uma mala pesada.
O ambiente na casa Ipatiev foi terrivelmente pior do que em Tobolsk, Maria já havia alertado suas irmãs por carta.
O pai havia sido ameaçado no 1º dia que chegou com a esposa e com a filha Maria que:
Se quebrasse alguma regra estabelecida pelo Comandante da casa Alexandre Avadeyev, um bruto e bêbado resultaria na sua separação do resto da família, uma segunda ofensa
seria recompensada com trabalho pesado e, partir daí , a sentença era a
morte.
Os passeios foram reduzidos e o comportamento dos guardas foi mesmo ultrajante com toda a família.
Sendo nos últimos dias proibidos de sair e as janelas foram caiadas sendo proibidos de abrirem as janelas e a alimentação do Czarevch foi reduzida, ficando os guardas com a melhor parte do que um Convento mandava para a família.
A última vez que escreveu em seu diário, dia 14 de Julho:
Tatiana em Yekaterinburg era um dizer que ela tinha
copiado a partir das palavras de um homem santo ortodoxo russo conhecido, Pai Ioann de Kronstadt :
"Sua dor é indescritível, a dor do Salvador no Jardim do Getsêmani, pelos pecados do mundo, é imensurável, junte-se a sua dor a Dele, em que você vai encontrar consolo.
Também nesse dia 14 de Julho Tatiana e a família assistiram pela última vez uma Liturgia celebrada por 2 padres.
No último dia de sua vida conversou com a mãe sobre alguns versículos bíblicos que chamaram sua atenção dos Profetas Amós e Obadias.
Sendo despertada com toda família na madrugada do dia 17 de Julho, reunindo todos no porão sob o pretexto que iriam tirar uma fotografia, morreu abraçada com sua irmã Olga, tendo testemunhado a execução de seus pais, implorando por misericórdia aos carrascos.
SUA QUALIDADE MAIS NOTAVEL FOI A DEDICAÇÃO. DEDICAÇÃO Á FAMÍLIA, AOS AMIGOS, AOS CRIADOS, AOS PACIENTES E ÁS VÍTIMAS DA GUERRA.
Abaixo, estão apontamentos sobre Tatiana, por aqueles que a conheceram:
Tatiana era uma princesa de cima para baixo, uma vez que sua aparência era tão aristocrático Seu rosto estava pálido;. Ela quase nunca corou Seu perfil era perfeitamente belo, como se modelado a partir de mármore por um artista plástico Distinctiveness e originalidade brilhou em seu longe.. olhos de intervalo. Nesses momentos, ela era mais parecida com sua mãe. As faixas de stress marcado suas feições pálidas e às vezes ela parecia triste ". - Lili Dehn
"Tatiana era a perfeita encarnação da sua mãe. Mais alta e esbelta do que as irmãs, tinha as maneiras suaves e refinadas dos seus ancestrais ingleses. Amável e simpática, ela dispunha em direcção às irmãs mais novas e ao irmão, um espírito protector que eles, brincado, apelidaram-na "A Governanta". De todas as Grã-duquesas, Tatiana era a mais popular entre as pessoas, e eu suspeito que, nos seus corações, era a mais ternamente amada pelos pais. De todas as irmãs, Tatiana era a mais sociável. Ela gostava da sociedade e de ter longas amizades. Mas amigos para essas bem-nascidas, mas infortunadas meninas, eram muito difíceis de se encontrar. A Imperatriz temia pelas as suas filhas, a companhia de meninas mal-criadas da aristocracia, de mentes, desde cedo alimentadas com tolices e usualmente outros vícios de intrigas da sociedade decadente. A Imperatriz desencorajava associações com primos e parentes próximos, muitos deles precoces em seus pontos de vida." -Anna Vyrubova em "Memories of the Russian Court",
"Ela era mais alta, até mesmo que a Imperatriz, mas era tão delicada e bem proporcionada que sua grande altura não era notada. Ela tinha traços finos e regulares, lembrando figuras de seus ancestrais que foram belezas famosas." Tinha o cabelo escuro, uma tez pálida, e de grande além, olhos castanhos claros, que deu-lhe um olhar distante poético , não exatamente de acordo com sua personalidade. Esta era uma mistura de exatidão, exaustividade e perseverança, com inclinação para idéias poéticas e abstratos. Ela estava mais próxima em simpatia para a mãe, e era a favorita definitiva de ambos os seus pais. Ela era completamente altruísta, sempre pronta a deixar seus próprios planos para ir para um passeio com seu pai , para ler para a sua mãe, a fazer tudo o que era ordenado. Era Tatiana Nikolaevna que teve o cuidado das mais pequenas, e que foi uma ajuda constante para o lar, sempre dispostos a ajudá-las na organização de que suas funções oficiais não devem colidir com os seus compromissos privados. Ela tinha mente e amor ao detalhe prático da Imperatriz. Ela planejou e preparou tudo nos infantis Apartments, como era chamado. Ela tinha um caráter menos forte do que Olga Nikolaevna, cuja liderança ela sempre seguiu mas ela podia decidir-se em caso de emergência mais rápido do que sua irmã mais velha, e nunca perdeu a cabeça. "
-Baronesa Sophie Buxhoeveden em "The Life and Tragedy of Alexandra",
"Numa ocasião elas pensaram que o meu vestido precisava de um colar de rubis para completá-lo. Eu disse que não tinha, e que as minhas pérolas serviam. Tatiana Nikolaevna saiu e apareceu com vários broches que queria que eu usasse. Eu naturalmente recusei, para seu grande espanto. "Nós, irmãs emprestamos tudo umas às outras" disse ela, "Quando pensamos que as jóias de uma ficarão apropriadas no vestido da outra." -Baronesa Sophie Buxhoeveden em "The Life and Tragedy of Alexandra",
"Tatiana era bastante reservada, essencialmente equilibrada e tinha vontade própria, mas ela era menos franca e espontânea do que sua irmã mais velha. Ela não era tão talentosa, mas sua inferioridade era compensada com perseverança e dedicação. Ela era bonita, mas não tinha o charme de Olga Nikolaevna. Se a Czarina mantinha alguma diferença entre suas filhas, Tatiana Nikolaevna era sua favorita. Não era que as outras irmãs gostassem menos da mãe mas a Tatiana sabia como rodeá-la de atenções sem limite e nunca abriu caminho para impulsos caprichosos.
Através de sua boa aparência e sua arte de auto-afirmação ela colocou a
irmã Olga na sombra. No entanto, o duas irmãs foram
apaixonadamente devotados um ao outro. Havia apenas 18 meses entre eles,
e que em si foi um vínculo de união. " -Pierre Gilliard em "Thirteen Years at the Russian Court",
"Ela era sociável, e amigos seriam bem-vindos, mas jovens garotas não eram convidadas para irem ao Palácio. A Imperatriz pensava que as quatro irmãs seriam capazes de se entreterem." -Baronesa Sophie Buxhoeveden em "The Life and Tragedy of Alexandra",
"A Grã-duquesa Tatiana era charmosa como a sua irmã Olga, mas de um jeito diferente. Ela havia sido descrita como orgulhosa, mas eu nunca conheci ninguém menos orgulhosa do que ela. Com ela, tal como com a mãe, a timidez e as reservas eram características, mas, assim que a conhecessem melhor e ganhassem a sua admiração, essa timidez desaparecia e a verdadeira Tatiana aparecia. Ela era uma criatura poética, sempre à procura do ideal, e a sonhar com grandes amizades que poderiam pertencer-lhe. O Imperador amava a sua devoção, eles tinham muito em comum, e as irmãs costumavam rir, e diziam que, se um favor era necessário, "Tatiana deve pedir ao Papá para isso ser concedido." Ela era muito alta, e excessivamente magra, como um perfil em medalhão, profundos olhos azuis, e cabelos castanho-escuros... uma amavél Rosa virginal, frágil e pura como uma flor." -Lili Dehn em "The Real Tsarita"
Grã-duquesa Tatiana foi muito gentil e contida, e ela era a favorita de sua mãe.
Todos os professores e governantas gostava dela mais do que as outras
crianças que ela nunca deu qualquer qualquer problema.
Ela sempre soube que os desejos e necessidades de seus pais e tentou
encontrá-los, e para isso as crianças mais novas a chamava de "The
Governess". Ela foi rápido e ágil. Se a criada de quarto da Czarina chegava tarde, Tatiana penteava o cabelo de sua mãe, que não era tão facilmente escovado; seu cabelo era tão longo, que a Czarina poderia sentar sobre ele.
Quando estávamos na Finlândia, os estudantes do sexo feminino,
temperado para a costa, ficamos, e a grã-duquesa ajudou a vesti-los para o
jantar. Ela era uma costureira hábil e possuía excelente gosto. A seleção dos presentes foi confiada a ela, e, geralmente, sua seleção foi bem sucedida. O cabelo de grã-duquesa Tatiana estava escuro e ela estava pálida e, se opuseram à sua mãe, não corou. Seus olhos eram grandes e cinza. Ela raramente riu, mas ela era sempre bem-humorada e soube manter a calma. [...] Quando Tatiana ficou mais velha ela era o mais alto e mais esbelto dos grandes duquesas. Muitos homens ficaram fascinados com ela. " - A. Vyrubova
Tatiana
era uma menina de caráter desenvolvido, de natureza directa, justa e
pura. Era propensa para estabelecimento da ordem. Ela sabia da
doença de sua mãe, ela se preocupava com Alexei Nikolaevich e sempre
acompanhou a soberana em suas caminhadas . Ela era inteligente e gostava
de gerenciar e, em particular, gostava de bordar. " - S. Kobylinsky
O "Comitê de Refugiados", que havia sido formado pela grã-duquesa Tatiana tornou-se quase um departamento de Estado. O Comitê foi dirigido por Alexei Borrissovich Neidhard, um membro do Conseil de I'Empire, enquanto membros da Duma, do Conseil de l'Empire, e da União das Cidades e zemstvos pertencia a ele. O jovem grã-duquesa levou o maior interesse nele e, embora ela era jovem, tinha quantidades de documentos enviados a todos os dias, que ela passou por cima com a ajuda de sua mãe, fazendo anotações e escrever suas decisões. A moradia, alimentação e bem-estar geral dos refugiados em toda a Rússia estavam nas mãos da Comissão, o orçamento do que subiu rapidamente para vários milhões de rublos. O dinheiro foi levantado inicialmente por subscrição particular, mas o departamento acabou sendo financiado pelo Governo. Esta Comissão continuou a trabalhar depois da Revolução de 1917 sob o governo de Kerenski.
~ Sophie Buxhoeveden
Pierre Gilliard recordou mais tarde a última vez em que viu Olga, Tatiana, Anastasia e Alexei quando foram separados em Ekaterinburgo:
O marinheiro Nagorny, que sempre tomou conta de Alexei Nikolaevitch, passou pela minha janela com o rapaz doente nos braços, atrás dele vinham as grã-duquesas carregadas com malas e pequenos pertences pessoais. Eu tentei sair, mas fui empurrado bruscamente para a carruagem por um guarda. Voltei para a janela. Tatiana Nikolaevna vinha em último, carregando o seu pequeno cão e a esforçar-se por arrastar a sua grande e pesada mala castanha. Estava chovendo e vi os pés dela enterrarem-se mais profundamente na lama a cada passo que dava. Nagorny tentou ajudá-la; foi empurrado bruscamente por um dos guardas.
Sempre em último, pois Tatiana prezava mais a segurança de sua família do que a dela própria.
Em memória de Tatiana, deixo este buque de lírios que são o símbolo da sua pureza.
Um livro fidedigno da Família Romanov.
Palácio de Livadia da Família Romanov. Tatiana e sua família gostavam muito desse Palácio, com excepção da Czarina que preferia o Palácio de Alexandre. Homenagem póstuma do Exército Branco á Tatiana: http://www.sandglasspatrol.com/bntatiana/Home_Tat_Bn0.html